Casos Superados

Atenção: Os casos citados abaixo, foram tratados com os nossos atendimento virtuais e pessoais. Na maioria dos casos, de forma virtual os sintomas foram desaparecendo.

 

Vencendo a Depressão

"Sou M.L tenho 42 anos,  minha vida foi sem energia e fadiga. As pessoas acreditavam que eu fosse preguiçosa. Sentia-me inútil e culpada, fui ficando com baixa estima e amedrontada. Não tomava decisões, como escolher a roupa de me vestir. Na infância era tímida e irritada. Achava que era meu jeito. A insônia foi minha companheira, embora de dia tivesse muito sono. O momento mais difícil foi quando comecei a ter idéias de me matar. Neste momento desejei saber o que eu tinha. Em novembro de 2008, depois de ler muitos textos de ajuda psicológica, procurei um serviço de psicologia e recebi o possível diagnóstico de depressão. Fui aconselhada a procurar um médico para fazer uma série de exames. Todos os exames acusaram que eu estava bem, prevaleceu o diagnóstico de depressão.  Iniciei sessões semanais de Terapia Cognitiva-Comportamental, hoje tenho a sensação de ter renascido para uma nova vida. Meus relacionamentos com as pessoas mudaram significativamente, me sinto muito mais querida e importante na vida das pessoas, minha energia aumentou muito. Estou namorando e pretendo casar-me. Sei que preciso lidar com meus pensamentos, eles causam meus sentimentos depressivos."

 

Vencendo o Pânico

Sou L. H - 23 anos. na adolescência tive uma crise de aflição muito forte, medo intenso, achava que ficaria louco, meu coração aumentava a frequência, parecia que desmaiaria, tremia e sentia contrações musculares. Procurei cardiologista, clínico e não foi encontrado nada que justificasse as crises. Tinha vergonha de falar para as pessoas, comecei evitar sair de casa, não sabia quando iria aparecer uma nova crise. Passei a ter medo de sentir medo. Minha vida ficou limitada (namoro, amigos, trabalho, vagens, etc...), pensava que se as pessoas soubessem o que eu tinha me achariam louco. As crises foram se agravando, aconteciam em casa, na rua, no cinema, na escola...Quantas vezes me tranquei no banheiro e chorei querendo que a crise passasse, mordia meus lábios para não sentir aflição tão forte. Quanto mais lutava contra piorava ainda mais. Eu não entendia de onde vinha aquilo tudo, é como se um monstro fosse me atacar.  Em 1999 li um texto de jornal sobre "Sindrome do Pânico", tudo começava a se esclarecer. Era exatamente o que eu sentia durante anos! Busquei ajuda psicológica, uma psicóloga que tinha muito conhecimento sobre este adoecimento, explicou-me dos efeitos da ansiedade, das alterações químicas, da adrenalina e  disse que o meu comportamento de querer parar o que eu sentia a todo custo ou descobrir a causa só estava gerando mais ansiedade e pânico. Ela pediu para eu ler os sintomas do Transtorno do Pânico, me identifiquei. Iniciei terapia cognitiva-comportamental, durante 6 meses tive acompanhamento médico. Hoje faz 1 ano de terapia virtual estou muito melhor, não tenho mais crises de pânico, mas sei que tenho uma tendência a exagerar os acontecimentos e isto me causa ansiedade. Procuro perceber e interromper estes pensamentos exagerados.Estou conseguindo dirigir carro, sair sozinho e namorar.

 

Vencendo os Pensamentos Obsessivos e Compulsivos

"Sou A.F. tenho 37 anos,  sempre fui muito auto-exigente e perfeccionista. Qualquer coisa fora do lugar criava muita ansiedade. Exigia das pessoas que conviviam comigo cuidados excessivos com objetos e arrumação, isto me custou muitas discussões familiares e perdas de excelentes relacionamentos profissionais. As pessoas achavam que eu estava marcando suas ações e "pegando-as no pé". O interessante é que eu fazia comigo e com elas, sem marcar ninguém. As vezes parava e pensava por mais que cobro muito de mim e das pessoas o interessante é que tudo na minha vida está bagunçado. Hoje entendo o que acontecia: quando ia organizar algo, era interrompido por outra coisa para organizar e abandonava a primeira. Assim sucessivamente queria organizar tudo e não organizava nada. Meu terapeuta utilizou uma palavra que define bem o que eu sentia: um labirinto. Precisava acordar muito cedo para ir trabalhar perdia muitas horas organizando e verificando objetos. O desgaste que vivia era muito grande. As idéias, os pensamentos parece que grudavam em minha mente, preocupações exageradas ligadas a arrumação. Cheguei a um ponto, que a maior parte de minha vida era gasta com estas ações compulsivas, repetitivas de organização. Era o preço que pagava para cessar um pouco meus pensamentos obsessivos, que me martirizavam. Achava que eu era assim mesmo, tentava esconder das pessoas estes pensamentos, vivia disfarçando esta maneira de pensar e agir. Isolava-me, evitava situações sociais. Um amigo conversou que havia percebido certos comportamentos compulsivos meus, tentei desmerecer suas percepções até que resolvi admitir e desabafar. Ele me acompanhou para um psicólogo, comecei terapia cognitiva-comportamental e acompanhamento médico, passei a tomar medicação. O terapeuta virtual ajudou-me a modificar minhas crenças de perfeccionismo e fazia exercícios onde eu deveria resistir as compulsões, minha melhora foi muito grande. Dois anos de terapia e hoje estou numa nova vida, sei que o Transtorno Obsessivo Compulsivo exige um segmento maior de terapia e medicação. Mas hoje posso conviver com as pessoas e encontrar prazer, isto para mim vale tudo.Vivia sempre tentando evitar problemas e o prazer era mínimo em minha vida, para não dizer inexistente."

 

Vencendo a Fobia Social

Sou A.N. minha vida foi sempre muito limitada em relacionamentos sociais, meus pais diziam que eu era tímido desde menino. Quando chegavam visitas em minha casa subia para meu quarto, lembro-me que isto ficou muito intenso  na adolescência. Eu gostava das pessoas e queria me relacionar. Mas quando aproximava-me delas sentia: transpiração nas mãos, tremor, aumento de frequência cardíaca, tontura e ansiedade acentuada. Hoje compreendo meus pensamentos quando estava próximo das pessoas, a terapia ajudou muito a identificá-los e modificá-los. Diante de pessoas surgiam pensamentos como: O que estão pensando sobre mim? Talvez imaginam que sou inadequado. Acho que não acreditam no que falo. Creio sou visto como alguém fraco. Estes pensamentos provocavam  um branco em minha cabeça, eu perdia as minhas idéias, me calava e queria desaparecer o mais breve possível daquele lugar. Minha vida foi assim, evitando pessoas...Resolvi buscar ajuda psicológica, tudo era muito difícil, o obstáculo nas relações pessoais parecia impossível de ser vencido. Perdi chances profissionais e possibilidades de conhecer garotas para namorar. O psicólogo que me atendeu explicou-me o que era Fobia Social, me aconselhou iniciar Terapia Cognitiva-Comportamental virtual. Disse ao psicólogo virtual que não queria utilizar remédios. Ele explicou que a Terapia iria me fazer muito bem, eu aprenderia a me expor em situações sociais, a identificar e modificar meus pensamentos que produziam aquela ansiedade intensa. No processo terapêutico encontrei uma crença fundamental em minha vida:  sou uma pessoa inferior, comparando-me com outras pessoas.  Esta crença de inferioridade gerava aqueles pensamentos de inadequação. E estes pensamentos produziam aquelas sensações horríveis. O acontecimento que ativava aquela crença de inferioridade eram as situações sociais, fora do ambiente familiar (em casa com meus pais e irmãos eu conseguia conversar e não se manifestava a fobia social). A Terapia virtual foi muito bem sucedida, compreendi o que acontecia comigo e hoje sei que posso enfrentar as diversas situações sociais.

 

Vencendo o Transtorno Bipolar

"... vivia numa intensidade muito grande, minha excitação era cansativa, me exaltava, assumia compromissos que não podia cumprir, falava em voz alta. Usava cores berrantes, bijuterias exageradas... Quando minha família me repreendia eu gritava e chegava na agressão física. Não conseguia iniciar uma atividade e concluir nestes dias...Ai tudo passava e vinha o choro, tristeza, culpa, é como se tudo ficasse sem sentido. Irritada, eu desvalorizava  a mim mesmo, as pessoas... Haviam dias que em minutos eu passava das gargalhadas para o choro, quanto sofrimento. O caminho de tratamento foi um grande desafio, até eu aceitar que precisava de medicamentos e terapia. Quando parei de contestar os médicos e psicólogos, encontrei uma estabilidade que parecia impossível. Hoje sei o que tenho, da alteração química que sou portadora. Reconheço na Terapia o espaço de ponderação e discernimento, no acompanhamento médico o reequilíbrio químico. ”  

 

Vencendo a Ansiedade Generalizada - T.A.G.

"... minha preocupação era o tempo todo não conseguia controlar minha cabeça, um pensamento atrás do outro, parecia que estava ligada “no 220”, tinha a sensação que sempre poderia ocorrer algo perigoso que ia criar um grande problema. Meu marido reclamava muito de mim, dizia que era estressada, nervosa e evitava conversar. Meu cachorrino quando me via saia correndo. As vezes quando ia falar com as pessoas me dava um branco, tinha muitas dores musculares . Achei que ia perder as pessoas que me amavam, eu mesma não me suportava, não conseguia esperar as pessoas concluírem suas frases. Fui procurar tratamento, quando tudo parecia perdido. Recebi o diagnóstico de Transtorno de Ansiedade Generalizada, comecei Terapia Cognitiva-Comportamental, aprendi a mudar meus pensamentos e a relaxar. Aos poucos meus familiares perceberam a diferença, sinto-me muito mais calma para lidar com a vida” C.F

 

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